Saúde
Baixada Fluminense volta a enfrentar forte chuva
Do G1, no Rio, com informações da TV Globo
A Baixada Fluminense voltou a sofrer com a forte chuva. Em Belford Roxo, que decretou situação de emergência na semana passada, há várias ruas alagadas. O Rio Iguaçu transbordou, e há moradores andando com a água na altura do joelho.
Abaixo o açúcar!
Sidney Smith, o antropólogo do açúcar, confirmou a especiaria como invenção da civilização.
Nove municípios do Estado do Rio, incluindo a capital, estão em situação de alerta contra a dengue
Segundo o ministério, 50% dos focos estão nos domicílios, como vasos, lajes e piscinas.
Dengue afasta 30,7% de funcionários do comércio
Em 2008, o número de pessoas com dengue agravou-se, culminando na mais grave epidemia do município, na qual morreram pelo menos 182 pessoas
Garis entregam remédios para pacientes diabéticos e hipertensos em casa
Comlurb apóia programa Remédio em Casa, da Secretaria Municipal
O Rio da gente - Grave , mas não terminal
Roberto Medronho - epidemiologista e professor da UFRJ
Saúde para dar e vender
Coordenador de fiscalização do TRE diz que metade dos vereadores se aproveita da ausência do Estado em áreas vitais para explorar a miséria
Gabeira: "Saúde do Rio está de pernas para cima"
Governar a metrópole
"Cidade sustentável" foi o tema de uma das mesas de debates em São Paulo, neste fim de semana. O debate se travou no contexto da conferência Global Greens, reunindo gente de 90 países.
Minha intervenção focalizou as metropóles e seus problemas, sobretudo as metrópoles do sul do planeta. De um modo geral, as cidades são um pouco ingovernáveis, quando deixamos de lado a perspectiva metropolitana.
No caso do Rio, temos pouco mais de seis milhões de habitantes e o dobro disto, se contarmos as 17 cidades próximas.
Resolver problemas de saúde sem pensar na metrópole não é fácil. Da mesma maneira, é preciso pensar conjuntamente no transporte, na destinação do lixo.
Minha fala afirmou a dificuldade de governar metrópoles e a necessidade de buscar novos instrumentos.
A delegação sueca, no caso do trânsito, apresentou algumas propostas interessantes, derivadas da visão londrina de fechar o centro da cidade. No caso sueco, há uma taxa para quem usar o carro em certas horas e em certos trechos engarrafados.
Assim que for possível, vou buscar as gravações da mesa para disponibilizá-las.
Um exemplo que está impressionando, a partir da leitura da revista Atlantic, é o de Calcutá. Conhecemos Calcutá, que, aliás, mudou de nome para Calcota, pela pobreza extrema e o trabalho de Madre Tereza.
Pois a cidade encontrou sua vocação econômica. Tem 250 empresas de teconologia de informação, gente que vivia fora está voltando para abrir restaurantes e lojas. A pobreza não acabou. Ela continua sendo um elemento decisivo no panorama urbano. No entanto, Calcutá, que é dirigida por comunistas, tem um bom nível de ensino e decidiu achar seu caminho na globalização. Tem chances de atenuar seus problemas sociais, algo que parecia difícil no passado.
Participaram comigo da mesa Julia Willebrand (PV-EUA), Denis Baupin (Vice-prefeito de Paris, PV-França), Riedo Panaligan (PV-Filipinas), Desmond D´Sa (África do Sul), Ralf Fucks (Presidente da Fundação Heinrich Boell, Alemanha) e Claudia Moy Pena (Iniciativa Verde, Argentina).
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Jornal O Globo
