|
Se não dói na consciência, tem que doer no bolso! |
|
|
|
|
Escrito por Aspásia Camargo
|
|
Seg, 02 de Julho de 2012 11:35 |
|
Só mesmo uma mulher a frente do FMI para trazer essa ideia. A diretora do fundo, Christine Lagarde, apresentou no Centro para Desenvolvimento Global, em Washington, uma "taxa educativa" para tornar os padrões de consumo menos prejudiciais ao meio ambiente.
A ideia é que empresas passem a pagar caro pelo uso de fontes de energia com alta emissão de carbono. O efeito positivo seria o consumidor comprar produtos feitos com energia limpa. A reportagem traz tabelas de valores. Um refrigerante de 3,4 dólares, passaria a 3,7. Já munição para armas de 0,22 dólares para 9 dólares! Eis a história que Lagarde contou: certa vez, chegou em casa, e um de seus funcionários, uma polonesa, havia deixado a torneira aberta. Ela então disse: "Estamos desperdiçando água". A funcionária respondeu: "Ah, desculpe-me. É que na Polônia é de graça!".
|