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"Vamos construir casas populares ao longo da Avenida Brasil"

  • Ter, 04 de Setembro de 2012 12:28
  • A candidata à Prefeitura do Rio de Janeiro, pelo Partido Verde, Aspásia Camargo, apresentou suas propostas para o Rio a empresários, síndicos e condôminos ligados ao Sindicato da Habitação (SECOVI Rio), nesta terça-feira, 4 de setembro.

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    Entre as propostas apresentadas, Aspásia sugeriu uma série de intervenções para requalificação urbana da Avenida Brasil, onde deseja, se eleita, construir moradias utilizando a área dos inúmeros galpões abandonados da região. “Vamos construir casas populares integradas aos centros comerciais e não isoladas como estão agora. Isso vai diminuir a favelização por lá”, anunciou.

    Em relação à reurbanização e remodernizacão da cidade, a candidata ainda defendeu a criação de polos de turismo, ecoturismo, cultura e lazer. “Esses polos gerariam impacto e dinamismo ao entorno”, acredita ela, que pretende realizar consócios para reurbanizar o corredor cultural do Centro do Rio e a requalificar o Saara.

    Aspásia defendeu que os prédios tenham autonomia para se autogovernar e autovistoriar, evitando tragédias, como a dos três prédios que desabaram em janeiro no Centro do Rio. “O poder público não tem condição de fiscalizar tudo, nem ter poder de polícia, mas não pode ser omisso”, afirmou ela, que como deputada fez um projeto de lei propondo a autovistoria de 10 em 10 anos.

    Tornar o Rio uma cidade sustentável foi outra proposição apresentada pela candidata verde. Ela quer investir em tecnologias que garantam uma infraestrutura verde para a cidade. Para ela, o prefeito deve incentivar os prédios verdes, que adotam métodos construtivos menos agressivos ao meio ambiente e tecnologias de economia e eficiência no uso de água e energia.

    Para Aspásia, a redução da alíquota do ISS é uma questão de tornar a cidade competitiva. “Minha ideia é reduzir o ISS. Assim pretendo aumentar o número de empresas e melhorar o ambiente empresarial da cidade”, declarou. Durante a apresentação, ela ainda defendeu a isenção de IPTU para prédios históricos.