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Aspásia apoia ação de combate ao câncer de ovário. Venha participar!

  • Qua, 07 de Maio de 2014 18:44
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    Iniciativa acontece no próximo dia 8, a partir das 14:30h, na Estação Carioca, do metrô

    O câncer de ovário é uma doença silenciosa e letal. Em geral, chega sem causar sintomas e, a cada ano, 250 mil mulheres descobrem o tumor, sendo que 140 mil não sobrevivem. A deputada Aspásia Camargo está apoiando a ação da Rede Internacional Oncovida pelo Dia de Combate ao Câncer de Ovário, no dia 8 de maio, próxima quinta-feira. A ação vai acontecer na Estação Carioca, do metrô, a partir das14:30h, e consiste em informar e alertar as mulheres sobre a doença.As palavras de ordem da campanha são prevenir e investigar, pois, quando diagnosticado precocemente, as chances de cura chegam a 100%.

     

    Rede Oncovida faz o alerta

    Coordenada por Rita de Cássia Barbosa, que já teve câncer de ovário, a Rede Internacional Oncovida foi criada para disseminar informações de qualidade e dar apoio ao paciente oncológico. Para ela, há muitos esclarecimentos sobre o câncer de ovário a serem feitos, a começar pelos exames que são normalmente prescritos. "O PAPANICOLAU não detecta esse câncer! É necessário realizar exames mais precisos como tomografia, ressonância - de imagem; e o CA-125, de sangue. As pacientes têm que aprender a exigir do médico", explicou.

    Além disso, quatro principais sintomas estão relacionados ao câncer de ovário: dor pélvica, dor e aumento abdominal, dificuldade de se alimentar e urgência ou aumento de frequência ao urinar. "A Rede Oncovida estende essa lista e afirma: muitas vezes, sequer há sintomas. Eu, por exemplo, descobri meu tumor ao investigar uma trombose", contou Rita de Cássia.

    Ela acrescenta que, fora as dificuldades naturais de diagnóstico, as distorções no próprio sistema de saúde podem fazer crescer os índices de doenças como o câncer de ovário. Existe uma recomendação do Ministério da Saúde de que, em caso de dois preventivos negativos seguidos, a mulher fica dispensada da visita ao ginecologista por dois anos. "Isso é um absurdo total. Dois anos podem significar a diferença entre a vida e a morte de uma mulher", concluiu.

    Aspásia apoia ação de combate ao câncer de ovário. Venha participar!